Thumbnail Image

Diagnóstico sobre sistemas de dados agrícolas do Brasil para um sistema nacional de avaliação de danos e perdas por desastres na agricultura










Martins, G. 2021. Diagnóstico sobre sistemas de dados agrícolas do Brasil para um sistema nacional de avaliação de danos e perdas por desastres na agricultura. Brasília, FAO. 



Also available in:
No results found.

Related items

Showing items related by metadata.

  • Thumbnail Image
    Book (stand-alone)
    RELATÓRIO ESPECIAL - ANGOLA - Agosto de 2004 2004
    Also available in:
    No results found.

    Após quase três décadas de conflito armado, seguidas de dois anos de paz e estabilidade, a segurança em Angola melhorou visivelmente e a circulação no interior do país tornou-se menos difícil. A população ainda tem que se confrontar diariamente com minas, e a remoção destas é uma das prioridades máximas de Angola. Além disso, o estado extremamente mau das estradas dificulta seriamente as actividades comerciais, o acesso aumentado aos alimentos ou a expansão de actividades geradoras de receitas, particularmente no interior do país. O sector petrolífero, de capital intensivo, domina a economia angolana, gerando mais de 60 por cento PIB do país e respondendo por quase todas as exportações. Angola é o segundo maior exportador de petróleo da África a sul do Sahara. Por contraste, o sector agrícola emprega cerca de dois terços da população trabalhadora mas contribui apenas com 6 por cento para o PIB de Angola (18 por cento em 1990); recebe menos de 1 por cento das despesas públicas. Menos de 5 por cento de toda a terra arável é cultivada. O aumento da produção petrolífera poderá previsivelmente ajudar a impulsionar o crescimento real do PIB para 11,3 por cento em 2004 ou 13, 7 por cento em 2005; este aumento, porém, teria provavelmente um efeito apenas limitado ou mesmo negativo sobre o sector não petrolífero. A predominância do petróleo na economia causa uma valorização tal da moeda local que pode eventualmente reduzir a competitividade da produção interna em relação às importações. A produção de cereais em 2003/04 (incluindo arroz descascado) estima-se em 713 000 toneladas, mais de 9 % mais alta que a do ano anterior e 27 por cento mais alta que a média do quinquénio anterior, devido principalmente a um aumento das áreas cultivadas. As necessidades de importação de cereais para 2004/05 calculam-se em 820 000 toneladas, das quais 642 000 toneladas se prevêem como importações comerciais e 178 000 toneladas como ajuda alimentar de emergência. Grandes números de deslocados, ex-soldados da UNITA e refugiados provenientes dos países vizinhos continuam a regressar às suas áreas originais de residência. Este fluxo contínuo de pessoas tornou a quantificação de grupos vulneráveis – e da população em geral – mais complexa. O número médio de pessoas necessitadas de ajuda alimentar por mês será de cerca de 1,12 milhões, comparados com 1,4 milhões no ano passado. Muitas pessoa vulneráveis e em posição de insegurança alimentar estão de novo a cultivar os seus campos e a produzir alimentos embora muitos tenham perdido os seus bens em consequência da guerra. Este ano é um ponto decisivo, em particular nas províncias onde a mandioca é a cultura básica, já que agora estáse a atingir uma produção em pleno. Embora as cifras venham provavelmente a diminuir mais tarde, muitas famílias continuam a necessitar assistência alimentar até as culturas principais de 2005 sejam colhidas.
  • Thumbnail Image
    Book (stand-alone)
    Relatório especial, Moçambique - Julho de 2004 2004
    Also available in:
    No results found.

    Apesar de as chuvas se terem atrasado e de terem sido irregulares no princípio do ano agrícola, a precipitação regular registada de Janeiro a Maio permitiu que as culturas cerealíferas ressemeadas atingissem a fase de maturação e nas províncias do Sul incentivou a plantação em grande escala de milho. A produção cerealífera de 2004 é estimada em 2 milhões de toneladas, superior em 11% à do ano anterior, que fora relativamente boa. A produção de milho, uma das principais culturas, aumentou substancialmente, ao passo que a de arroz foi prejudicada pelo tempo seco. Após quatro anos agrícolas consecutivos de baixa produção, nas províncias do Sul a produção cerealífera foi excepcionalmente favorável. No Norte estima-se que a produção será semelhante à do ano anterior, ao passo que no Centro deverá ser variável. A cultura da mandioca, que se expandiu, contribuirá para reduzir a insegurança alimentar em zonas onde as culturas de milho foram afectadas negativamente pela precipitação irregular. As receitas mais elevadas resultantes da expansão das culturas industriais estão também a contribuir para a segurança alimentar das famílias rurais. De um modo geral, a produção alimentar foi satisfatória, mas nalgumas zonas restritas a produção reduziu-se. Se bem que os preços do milho tenham descido na época da colheita, em Maio tinham atingido um nível mais elevado do que o dos preços homólogos do ano anterior, reflectindo a descida da produção de algumas zonas e o atraso da colheita. As exportações formais e informais de milho deverão aumentar em 2004/05 (Abril/Março), de acordo com as previsões, em resposta a uma procura forte por parte do Malawi, onde os preços são mais elevados. Porém, continuará a ser necessário importar milho, devido aos custos elevados de transporte do grão do Norte para o Sul. Prevê-se que as importações totais de cereais, incluindo o arroz e o trigo, serão inferiores em 10% às do ano anterior. Estima-se que em 2004/05 serão necessárias 49 000 toneladas de cereais para prestar socorro alimentar a cerca de 187 000 pessoas que estão a recuperar das consequências de uma sucessão de cheias e secas, combinadas com o impacto do VIH/SIDA.
  • Thumbnail Image
    Brochure, flyer, fact-sheet
    Identificação de tubarões e raias nas pescarias pelágicas do Oceano Indico 2021
    Esses cartões de identificação são produzidos pela Comissão do Atum do Oceano Índico (IOTC), em colaboração com o Secretariado da Comunidade do Pacífico (SPC), para ajudar a melhorar os dados e estatísticas de captura de tubarões e raias que interagem com a pesca de atum no Oceano Índico. Com uma melhor compreensão dos estoques de tubarões e melhores estatísticas, os gestores regionais de pesca podem garantir que tubarões e raias sejam pescados de maneira sustentável no Oceano Índico. Os usuários mais prováveis ​​dos cartões são observadores de pesca, amostradores, capitães de pesca e tripulação a bordo de navios de pesca que visam atum, espécies semelhantes ao atum, tubarões e raias no Oceano Índico. As instituições de treinamento pesqueiro e as comunidades pesqueiras são outros usuários potenciais.

Users also downloaded

Showing related downloaded files

No results found.