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Perfil de Sistemas Alimentares - Moçambique

Catalisando a transformação sustentável e inclusiva dos sistemas alimentares













FAO, União Europeia e CIRAD. 2022. Perfil de Sistemas Alimentares - Moçambique. Catalisando a transformação sustentável e inclusiva dos sistemas alimentares. Roma, Bruxelas e Montpellier, França.




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    Booklet
    Corporate general interest
    Perfil de Sistemas Alimentares - Guiné-Bissau
    Catalisando a transformação sustentável e inclusiva dos sistemas alimentares
    2022
    Also available in:

    Os sistemas alimentares estão intimamente ligados às nossas vidas – através dos alimentos que ingerimos, da nossa nutrição e saúde, dos nossos meios de subsistência, dos nossos empregos, do meio ambiente e dos recursos naturais do planeta. O principal desafio para os sistemas alimentares é produzir alimentos nutritivos para todos, preservando a nossa biodiversidade e o meio ambiente, além de garantir a distribuição equitativa da riqueza. Este Perfil dos Sistemas Alimentares fornece um resumo dos principais problemas do sistema alimentar na Guiné-Bissau e destaca soluções potenciais para a sua transformação sustentável e inclusiva. É o resultado de uma análise sistêmica e de uma consulta das partes interessadas que fez parte de uma avaliação global dos sistemas alimentares em mais de 50 países, a partir de uma iniciativa conjunta da UE, FAO e CIRAD que visa catalisar a transformação sustentável e inclusiva dos sistemas alimentares.
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    Book (series)
    Evaluation report
    Avaliação final do projeto “Fortalecimento das capacidades dos produtores agrícolas para lidar com as mudanças climáticas para aumentar a segurança alimentar através da abordagem da Escola da Machamba do Camponês (EMC) em Moçambique”
    Código do projeto: GCP/MOZ/112/LDF - ID GEF: 5433
    2023
    Also available in:

    Moçambique é um país de baixa renda, com quase 70% da população a viver em zonas rurais. Os agricultores sofrem com a falta de acesso à tecnologia e a serviços técnicos qualificados. O país é também extremamente vulnerável aos fenómenos naturais cada vez mais prevalecentes, como os ciclones Dineo, Idai e Kenneth, que destruíram cultivos e infra-estruturas agrícolas entre 2017 e 2019. O país enfrenta desafios na implementação de instrumentos normativos para a integração de práticas de Adaptação às Mudanças Climáticas no sector agrícola. O Governo de Moçambique, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) uniram esforços para aumentar a capacidade dos sectores agrícola e pastoral de Moçambique para lidar com as mudanças climáticas. O projeto gerou resultados relevantes, incluindo a incorporação de acções específicas de Adaptação às Mudanças Climáticas nos planos estratégicos a nível ministerial e nos Planos Económicos e Sociais e Orçamentos dos Distritos (PESOD); a elaboração da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) de Moçambique; a criação de planos locais e comunitários de adaptação às mudanças climáticas; a instalação de 11 estações agro-meteorológicas e uma maior autonomia financeira para as mulheres beneficiárias. A avaliação recomendou que a FAO apoie o governo para garantir a integração da Adaptação às Mudanças Climáticas em documentos políticos chave e a integração das Escolas da Machamba do Camponês (EMC) em futuros programas de desenvolvimento rural, incluindo o novo Programa Sustenta, e que, em programas futuros, a FAO foque no desenvolvimento de cadeias de valor e na promoção de acesso dos agricultores aos mercados.
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    Brochure, flyer, fact-sheet
    Brochure
    Diversificação de Sistemas de Cultivo para Promover a Produtividade e a Adaptação às Alterações Climáticas em Moçambique 2019
    Also available in:

    A presente síntese fornece conhecimentos empíricos para ajudar a identificar e a privilegiar políticas e investimentos que podem aumentar os benefícios da diversificação de sistemas de cultivo e melhorar a adopção de sistemas de cultivo mais rentáveis e resistentes. Especificamente, a síntese centra-se nos pequenos produtores de milho, a cultura que é mais praticada em Moçambique, e identifica opções políticas assentes numa análise de factores que influenciam a adopção de sistemas de cultivo relativamente mais orientados para a subsistência ou para o mercado e efeitos da adopção de diferentes sistemas de cultivo sobre o rendimento agrícola, uso de insumos, produtividade do milho e resistência, medidos em termos de volatilidade de rendimento de culturas.

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    Booklet
    Corporate general interest
    Emissions due to agriculture
    Global, regional and country trends 2000–2018
    2021
    Also available in:
    No results found.

    The FAOSTAT emissions database is composed of several data domains covering the categories of the IPCC Agriculture, Forestry and Other Land Use (AFOLU) sector of the national GHG inventory. Energy use in agriculture is additionally included as relevant to emissions from agriculture as an economic production sector under the ISIC A statistical classification, though recognizing that, in terms of IPCC, they are instead part of the Energy sector of the national GHG inventory. FAO emissions estimates are available over the period 1961–2018 for agriculture production processes from crop and livestock activities. Land use emissions and removals are generally available only for the period 1990–2019. This analytical brief focuses on overall trends over the period 2000–2018.
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    Book (stand-alone)
    Technical book
    Contribution of terrestrial animal source food to healthy diets for improved nutrition and health outcomes
    An evidence and policy overview on the state of knowledge and gaps
    2023
    Also available in:
    No results found.

    Diverse foods derived from livestock production systems, including grazing and pastoralist systems, and from the hunting of wild animals, provide high-quality proteins, important fatty acids and various vitamins and minerals – contributing to healthy diets for improved nutrition and health.Livestock species are adapted to a wide range of environments, including areas that are unsuitable for crop production. Globally, more than a billion people depend on livestock value chains for their livelihoods. Small-scale livestock farmers and pastoralists make up a large proportion of livestock producers. Well integrated livestock production increases the resilience of small-scale farming systems. Livestock also provide other important ecosystem services in landscape management, provide energy and help to improve soil fertility. Rangeland or grassland ecosystems occupy some 40 percent of the world’s terrestrial area. Livestock keepers raise grazing animals to transform grassland vegetation into food.Challenges related to high resource utilization and pollution, food–feed competition, greenhouse-gas emissions, antimicrobial resistance and animal welfare as well as zoonotic and food-borne diseases, accessibility and affordability need to be solved if agrifood systems are to become more sustainable.FAO’s Committee on Agriculture requested a comprehensive, science- and evidence-based global assessment of the contribution of livestock to food security, sustainable food systems, nutrition and healthy diets, considering environmental, economic and social sustainability. The assessment consists of four component documents. This first component document provides a holistic analysis of the contribution of terrestrial animal source food to healthy diets for improved nutrition and health outcomes over the course of people’s lives.
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    Book (stand-alone)
    Technical book
    The small-scale fisheries and energy nexus
    Opportunities for renewable energy interventions
    2023
    Also available in:
    No results found.

    Renewable sources of energy are gaining traction worldwide. Solar, wind power, biomass energy and geothermal heat energy are already used in applications in food value chains. Renewable energy can provide energy solutions in situations where there are challenges with traditional energy supplies. Renewable energy also has the capacity to reduce the carbon footprint of food value chains and help mitigate against climate change. Yet, the link between renewable energy and small-scale fisheries and aquaculture is not well documented. This publication introduces the current situation and proposes a way forward with regard to the use of renewable energy in small-scale fisheries. It provides general guidance for decision-makers and development specialists on the choices, benefits and challenges related to renewable energy use and uptake in small-scale fisheries. The publication will contribute to the implementation of the FAO Code of Conduct for Responsible Fisheries (CCRF) and the FAO Voluntary Guidelines for Securing Sustainable Small-Scale Fisheries in the Context of Food Security and Poverty Alleviation (SSF Guidelines). FAO’s objectives relate to better production, better nutrition and a better environment.