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Dia Mundial da Alimentação 2020 - Cultivar, Alimentar, Preservar. Juntos. As nossas Ações são o nosso Futuro












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    Moçambique: Organização para a Alimentação e Agricultura Relatório do Programa em Moçambique 2013 2013
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    O Relatório anual da Representação da FAO resume o rabalho realizado pela rganização em 2013 para alcançar as prioridades de médio prazo definidas no Programa da FAO para Moçambique 2012-2015 (CPF) que apoia o programa do Governo. O CPF está totalmente integrado no Quadro das Nações Unidas para Assistência ao Desenvolvimento 2012-2015 (UNDAF) e responde aos objectivos estratégicos da FAO, enfatizando o seu papel catalisador no desenvolvimento de capacidade sustentável para melhorar a situação de segurança alimentar e nutricional do país. O documento concentra-se em três áreas prioritárias, nomeadamente governação relacionada com segurança alimentar e nutricional; disponibilidade, acesso e consumo de alimentos; e meio ambiente, recursos naturais, mudanças climáticas e redução de riscos a desastres.
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    Brochure, flyer, fact-sheet
    Día Mundial de la Alimentación 2020 - Cultivar, nutrir, preservar. Juntos. Nuestras acciones son nuestro futuro 2020
    En los 75 años que han transcurrido desde la fundación de la FAO, el mundo ha avanzado mucho en la lucha contra la pobreza, el hambre y la malnutrición. La productividad agrícola y los sistemas alimentarios han recorrido un largo camino. Aun así, demasiadas personas siguen siendo vulnerables. Más de 2 000 millones de personas no tienen acceso regular a suficientes alimentos inocuos y nutritivos. La pandemia de COVID-19 se ha sumado a este desafío, amenazando con revertir los progresos importantes realizados en seguridad alimentaria, nutrición y medios de vida. Ahora es el momento de abordar las desigualdades e ineficiencias persistentes que han continuado atormentando a nuestros sistemas alimentarios, economías y estructuras de apoyo social. Ahora es el momento de reconstruir mejor.
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    Book (stand-alone)
    RELATÓRIO ESPECIAL - ANGOLA - Agosto de 2004 2004
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    Após quase três décadas de conflito armado, seguidas de dois anos de paz e estabilidade, a segurança em Angola melhorou visivelmente e a circulação no interior do país tornou-se menos difícil. A população ainda tem que se confrontar diariamente com minas, e a remoção destas é uma das prioridades máximas de Angola. Além disso, o estado extremamente mau das estradas dificulta seriamente as actividades comerciais, o acesso aumentado aos alimentos ou a expansão de actividades geradoras de receitas, particularmente no interior do país. O sector petrolífero, de capital intensivo, domina a economia angolana, gerando mais de 60 por cento PIB do país e respondendo por quase todas as exportações. Angola é o segundo maior exportador de petróleo da África a sul do Sahara. Por contraste, o sector agrícola emprega cerca de dois terços da população trabalhadora mas contribui apenas com 6 por cento para o PIB de Angola (18 por cento em 1990); recebe menos de 1 por cento das despesas públicas. Menos de 5 por cento de toda a terra arável é cultivada. O aumento da produção petrolífera poderá previsivelmente ajudar a impulsionar o crescimento real do PIB para 11,3 por cento em 2004 ou 13, 7 por cento em 2005; este aumento, porém, teria provavelmente um efeito apenas limitado ou mesmo negativo sobre o sector não petrolífero. A predominância do petróleo na economia causa uma valorização tal da moeda local que pode eventualmente reduzir a competitividade da produção interna em relação às importações. A produção de cereais em 2003/04 (incluindo arroz descascado) estima-se em 713 000 toneladas, mais de 9 % mais alta que a do ano anterior e 27 por cento mais alta que a média do quinquénio anterior, devido principalmente a um aumento das áreas cultivadas. As necessidades de importação de cereais para 2004/05 calculam-se em 820 000 toneladas, das quais 642 000 toneladas se prevêem como importações comerciais e 178 000 toneladas como ajuda alimentar de emergência. Grandes números de deslocados, ex-soldados da UNITA e refugiados provenientes dos países vizinhos continuam a regressar às suas áreas originais de residência. Este fluxo contínuo de pessoas tornou a quantificação de grupos vulneráveis – e da população em geral – mais complexa. O número médio de pessoas necessitadas de ajuda alimentar por mês será de cerca de 1,12 milhões, comparados com 1,4 milhões no ano passado. Muitas pessoa vulneráveis e em posição de insegurança alimentar estão de novo a cultivar os seus campos e a produzir alimentos embora muitos tenham perdido os seus bens em consequência da guerra. Este ano é um ponto decisivo, em particular nas províncias onde a mandioca é a cultura básica, já que agora estáse a atingir uma produção em pleno. Embora as cifras venham provavelmente a diminuir mais tarde, muitas famílias continuam a necessitar assistência alimentar até as culturas principais de 2005 sejam colhidas.

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