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Programa ODM1c: Reduzir a fome em Moçambique

Estudo de caso: Escola na Machamba do Camponês










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    Book (series)
    Avaliação final do projeto “Fortalecimento das capacidades dos produtores agrícolas para lidar com as mudanças climáticas para aumentar a segurança alimentar através da abordagem da Escola da Machamba do Camponês (EMC) em Moçambique”
    Código do projeto: GCP/MOZ/112/LDF - ID GEF: 5433
    2023
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    Moçambique é um país de baixa renda, com quase 70% da população a viver em zonas rurais. Os agricultores sofrem com a falta de acesso à tecnologia e a serviços técnicos qualificados. O país é também extremamente vulnerável aos fenómenos naturais cada vez mais prevalecentes, como os ciclones Dineo, Idai e Kenneth, que destruíram cultivos e infra-estruturas agrícolas entre 2017 e 2019. O país enfrenta desafios na implementação de instrumentos normativos para a integração de práticas de Adaptação às Mudanças Climáticas no sector agrícola. O Governo de Moçambique, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) uniram esforços para aumentar a capacidade dos sectores agrícola e pastoral de Moçambique para lidar com as mudanças climáticas. O projeto gerou resultados relevantes, incluindo a incorporação de acções específicas de Adaptação às Mudanças Climáticas nos planos estratégicos a nível ministerial e nos Planos Económicos e Sociais e Orçamentos dos Distritos (PESOD); a elaboração da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) de Moçambique; a criação de planos locais e comunitários de adaptação às mudanças climáticas; a instalação de 11 estações agro-meteorológicas e uma maior autonomia financeira para as mulheres beneficiárias. A avaliação recomendou que a FAO apoie o governo para garantir a integração da Adaptação às Mudanças Climáticas em documentos políticos chave e a integração das Escolas da Machamba do Camponês (EMC) em futuros programas de desenvolvimento rural, incluindo o novo Programa Sustenta, e que, em programas futuros, a FAO foque no desenvolvimento de cadeias de valor e na promoção de acesso dos agricultores aos mercados.
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    Booklet
    Celebração dos 40 anos em Moçambique 2019
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    Esta publicação comemora 40 anos da Representação da FAO em Moçambique. Ela apresenta o trabalho mais relevante feito pela Organização em colaboração com o Governo de Moçambique e milhares de pequenos produtores no país desde que começaram a trabalhar juntos em 1979. O trabalho da FAO em Moçambique centra-se nos sectores da agricultura, pecuária, pescas, silvicultura e fauna bravia. Este apoio é prestado através de assistência técnica para a formulação e análise de políticas; desenvolvimento de sistemas de informação; desenvolvimento institucional; disseminação de novas tecnologias; gestão dos recursos naturais da terra, florestas e fauna bravia; e educação nutricional.
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    Book (stand-alone)
    Gestão da Lagarta do cartucho-do-milho – Experiências de escolas de campo de agricultores em África 2022
    A Lagarta do cartucho-do-milho (LCM), é um insecto cujas larvas se podem alimentar de mais de 80 espécies vegetais, incluindo milho, arroz, sorgo, painço, cana-de-açúcar, culturas hortícolas e algodão. Várias gerações podem ocorrer num ano, e a traça pode voar até 100 km por noite com o apoio do vento. A LCM é uma praga prejudicial que continuará a propagar-se devido às suas características biológicas e aos elevados volumes de comércio entre países africanos. Os agricultores precisam de apoio substancial para gerir de forma sustentável esta nova praga nos seus sistemas de cultivo através de opções de cultivo de gestão integrada de pragas (GIP). As escolas de campo de agricultores (ECA) proporcionam uma abordagem interactiva e participativa de aprendizagem pela prática que coloca os agricultores na linha da frente através da aprendizagem prática e baseada na descoberta. Grupos de cerca de 25-30 participantes com interesses comuns aprendem sobre práticas agrícolas melhoradas, através de um programa ao longo de uma campanha com opções de experimentação seleccionadas. Um facilitador formado orienta sessões semanais de aprendizagem e propicia aos participantes observações de campo e análises críticas, concentrando-se em empresas seleccionadas e da vida real. As ECA baseiam-se em sistemas de conhecimento locais, ao mesmo tempo que testam e validam conceitos científicos inovadores desenvolvidos noutros locais através de experiências conduzidas em terrenos de estudo, para comparar práticas locais e melhoradas. Todas as semanas, os participantes observam e monitorizam todos os elementos do agro-ecossistema na exploração agrícola ou no campo, e aprendem a tomar decisões de gestão adequadas aos desafios que enfrentam. Através de programas de ECA relacionados com a LCM em África, várias opções de controlo e gestão mecânica e biológica da LCM foram testadas e avaliadas pelos agricultores, tendo muitos deles apresentado resultados promissores.

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