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Book (stand-alone)Technical bookO contributo da pesca de pequena escala para sistemas alimentares saudáveis e meios de subsistência sustentáveis na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral 2024Este Resumo da Pesca de Pequena Escala foi concebido para fornecer uma visão sobre o contributo da pesca de pequena escala para sistemas alimentares saudáveis e meios de subsistência sustentáveis na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).A SADC é composta por 16 Estados Membros que se situam no sul da África subsariana. A região é rica em recursos aquáticos, com vastos corpos de água interiores e águas marinhas. O sector das pescas gera um imenso valor social, económico e nutricional, que garante o sustento de milhões de pessoas na região. Em 2021, mais de 3,1 milhões de toneladas de peixe foram colhidas da pesca de captura de água doce e marinha na região da SADC. A pesca de captura é dominada pela pesca de pequena escala, com muitos países a terem quase exclusivamente pesca de pequena escala em relação à pesca de grande escala. Mais de 22,7 milhões de mulheres e homens dependem da pesca de pequena escala para a sua subsistência e sobrevivência.Reforçar o compromisso e a implementação das Directrizes Voluntárias para Garantir a Sustentabilidade da Pesca de Pequena Escala no Contexto da Segurança Alimentar e da Erradicação da Pobreza (Directrizes PPE) no âmbito das políticas e planos nacionais pode ajudar a salvaguardar e melhorar os contributos da pesca de pequena escala para o desenvolvimento sustentável e sistemas alimentares na região da SADC. A iniciativa Illuminating Hidden Harvests (Iluminando Capturas Ocultas) gerou novas evidências sobre o valor da pesca de pequena escala para o desenvolvimento sustentável a nível global e na SADC; evidências que informaram este resumo.
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Book (stand-alone)GuidelineDiretrizes Voluntárias para Garantir a Pesca de Pequena Escala Sustentável no Contexto da Segurança Alimentar e da Erradicação da Pobreza 2017Esta versão foi preparada em Português do Brasil. Foi elaborada para informar o seminário nacional sobre as diretrizes voluntárias para garantir a pesca de pequena escala sustentável no contexto da segurança alimentar e da erradicação da pobreza que aconteceu no período de 22-25 de Setembro de 2015, em Brasília, Brasil. Tal versão não antecipa a versão Portuguesa das diretrizes voluntárias sobre a governaça responsável da posse da terra, Pescas e Florestas no Contexto da Segurança Alimentar Naci onal nem sua terminologia relacionada - atualmente em desenvolvimento pela FAO.
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Book (stand-alone)HandbookUm manual para identificação, avaliação e relato de outras medidas eficazes de conservação baseadas em área na pesca marítima 2024A interseção entre o uso sustentável dos recursos naturais e a conservação da biodiversidade é fundamental para o bem-estar humano, conforme articulado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) e suas metas. A biodiversidade é essencial para a segurança alimentar, a nutrição e os meios de subsistência de milhões de pessoas em todo o mundo, e o declínio global da biodiversidade levou a uma atenção cada vez mais urgente sobre as formas de proteger a diversidade da vida e a função dos ecossistemas socioecológicos. As medidas de gestão espacial têm um papel fundamental a desempenhar nesse sentido. O uso de medidas espaciais na gestão das pescas oferece um caminho claro para a conservação da biodiversidade oceânica e, ao mesmo tempo, contribue para o bem-estar humano. Muitas dessas medidas geram resultados que se alinham aos ODSs e à visão da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD) 2050 para a biodiversidade e estão em conformidade com a descrição da CBD de outras medidas eficazes de conservação baseadas em áreas (OMEC). A FAO, reconhecendo o vínculo vital entre biodiversidade e meios de subsistência, segurança alimentar e serviços ecossistêmicos que sustentam o bem-estar humano, tem o compromisso de promover soluções práticas para os desafios ambientais. Ao fornecer orientação sobre a identificação de medidas eficazes para promover a conservação e, ao mesmo tempo, garantir o uso sustentável dos recursos naturais, a FAO pode aumentar o reconhecimento da contribuição da gestão das pescas a proteção e a melhora do estado de conservação da biodiversidade e, portanto, sua contribuição para o alcance dos objetivos de Melhor Produção, Nutrição, Ambiente e Vida, promovidos pela FAO. Este manual descreve características-chave de OMECs em áreas marinhas e delineia um processo básico para sua identificação, avaliação e apresentação para catalisar e/ou reconhecer ainda mais o envolvimento da gestão das pescas na proteção da biodiversidade.
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Book (series)FlagshipThe State of Food Security and Nutrition in the World 2021
Transforming food systems for food security, improved nutrition and affordable healthy diets for all
2021In recent years, several major drivers have put the world off track to ending world hunger and malnutrition in all its forms by 2030. The challenges have grown with the COVID-19 pandemic and related containment measures. This report presents the first global assessment of food insecurity and malnutrition for 2020 and offers some indication of what hunger might look like by 2030 in a scenario further complicated by the enduring effects of the COVID-19 pandemic. It also includes new estimates of the cost and affordability of healthy diets, which provide an important link between the food security and nutrition indicators and the analysis of their trends. Altogether, the report highlights the need for a deeper reflection on how to better address the global food security and nutrition situation.To understand how hunger and malnutrition have reached these critical levels, this report draws on the analyses of the past four editions, which have produced a vast, evidence-based body of knowledge of the major drivers behind the recent changes in food security and nutrition. These drivers, which are increasing in frequency and intensity, include conflicts, climate variability and extremes, and economic slowdowns and downturns – all exacerbated by the underlying causes of poverty and very high and persistent levels of inequality. In addition, millions of people around the world suffer from food insecurity and different forms of malnutrition because they cannot afford the cost of healthy diets. From a synthesized understanding of this knowledge, updates and additional analyses are generated to create a holistic view of the combined effects of these drivers, both on each other and on food systems, and how they negatively affect food security and nutrition around the world.In turn, the evidence informs an in-depth look at how to move from silo solutions to integrated food systems solutions. In this regard, the report proposes transformative pathways that specifically address the challenges posed by the major drivers, also highlighting the types of policy and investment portfolios required to transform food systems for food security, improved nutrition, and affordable healthy diets for all. The report observes that, while the pandemic has caused major setbacks, there is much to be learned from the vulnerabilities and inequalities it has laid bare. If taken to heart, these new insights and wisdom can help get the world back on track towards the goal of ending hunger, food insecurity, and malnutrition in all its forms. -
BookletCorporate general interestEmissions due to agriculture
Global, regional and country trends 2000–2018
2021Also available in:
No results found.The FAOSTAT emissions database is composed of several data domains covering the categories of the IPCC Agriculture, Forestry and Other Land Use (AFOLU) sector of the national GHG inventory. Energy use in agriculture is additionally included as relevant to emissions from agriculture as an economic production sector under the ISIC A statistical classification, though recognizing that, in terms of IPCC, they are instead part of the Energy sector of the national GHG inventory. FAO emissions estimates are available over the period 1961–2018 for agriculture production processes from crop and livestock activities. Land use emissions and removals are generally available only for the period 1990–2019. This analytical brief focuses on overall trends over the period 2000–2018. -
Book (series)GuidelineDéveloppement de l’aquaculture. 4. Une approche écosystémique de l’aquaculture. 2011Les dimensions sociales et biophysiques des écosystèmes sont inextricablement liées de telle manière qu’un changement dans une seule dimension est très susceptible de générer un changement dans une autre. Bien que le changement est une conséquence naturelle des interactions complexes, il doit être surveillé et même géré si le taux et la direction du changement risquent de compromettre la résilience du système. “Une approche écosystémique de l’aquaculture (AEA) est une stratégie pou r l’intégration de l’activité dans l’écosystème élargi de telle sorte qu’elle favorise le développement durable, l’équité et la résilience de l’interconnexion des systèmes socio-écologiques.” Etant une stratégie, l’approche écosystémique de l’aquaculture (AEA) n’est pas ce qu’on a fait, mais plutôt comment on l’a fait. La participation des parties intéressées est à la base de la stratégie. L’AEA exige un cadre politique approprié dans lequel la stratégie se développe en plusieurs é tapes: (i) la portée et la définition des limites des écosystèmes et l’identification de la partie intéressée; (ii) l’identification des problèmes principaux; (iii) la hiérarchisation des problèmes; (iv) la définition des objectifs opérationnels; (v) l’élaboration d’un plan de mise en oeuvre; (vi) le processus de mise en oeuvre correspondant qui comprend le renforcement, le suivi et l’évaluation, et (vii) un critique des politiques à long terme. Toutes ces étapes sont informées par les meilleures connaissances disponibles. La mise en oeuvre de l’AEA exigera le renforcement des institutions et des systèmes de gestion associés de sorte qu’une approche intégrée du développement de l’aquaculture peut être mise en oeuvre et compte entièrement des besoins et des impacts d’autres secteurs. La clé sera de développer des institutions capables d’intégration, notamment en fonction des objectifs et des normes convenus. L’adoption généralisée d’une AEA exigera un couplag e plus étroit de la science, la politique et la gestion. Elle exige aussi que les gouvernements incluent l’AEA dans leurs politiques de développement de l’aquaculture, stratégies et plans de développement.