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Não deixar ninguém para trás: Melhor produção, melhor nutrição, melhor meio ambiente e uma vida melhor

16 de outubro de 2022: Dia Mundial da Alimentação











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    Brochure, flyer, fact-sheet
    A água da vida, a água nudre. Não deixar ninguém para trás
    Dia Mundial da Alimentação, 16 de outubro de 2023
    2023
    A ação coletiva organizada em 150 países de todo o mundo é o que torna o Dia Mundial da Alimentação um dos mais celebrados no calendário das Nações Unidas. Centenas de eventos e atividades de sensibilização reúnem governos, empresas, organizações da sociedade civil, os meios de comunicação social e o público, incluindo muitos jovens. Promovem a sensibilização à escala mundial porque a água é uma força motriz para as pessoas, economias e natureza, e a base de nossa alimentação. A água é essencial para a vida na Terra, mas a água doce não é infinita e é preciso garantir que ninguém seja deixado para trás no acesso à água.
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    Book (stand-alone)
    Livro de actividades - Não deixar ninguém para trás
    Melhor produção, melhor nutrição, melhor meio ambiente e uma vida melhor.
    2022
    O nosso Livro de Atividades para Crianças pode inspirar os alunos a aprenderem mais sobre o tema antes de submeterem o seu cartaz. Todos os anos, a 16 de outubro, pessoas de 150 países reúnem-se para celebrar o Dia Mundial da Alimentação (DMA). Em 1945, países do mundo inteiro uniram-se com o objetivo comum de aumentar a consciencialização e tomar medidas a nível mundial para erradicar a fome e garantir uma alimentação saudável para todos. A FAO foi fundada nesse dia. Mas o DMA também é o TEU dia! Converte-te num herói da alimentação e inspira outros a agir para ajudar a criar um mundo mais sustentável em que ninguém seja deixado para trás!
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    Brochure, flyer, fact-sheet
    Capacitar os consumidores para efetuar escolhas alimentares saudáveis, apoiando os sistemas alimentares sustentáveis 2019
    A alimentação é pessoal - reflete nosso contexto cultural, estilo de vida, valores e poder de compra. A alimentação além de ser essencial para a sobrevivência, é também um dos principais determinantes da boa saúde e do bem-estar. Hoje, neste mundo globalizado a urbanizar-se rapidamente, o que comemos está mudando. A transformação e complexidades cada vez maiores dos sistemas alimentares tendem a criar incertezas e preocupações em nós consumidores. É crucial que tanto os representantes da sociedade civil, bem como os governos, reflitam sobre como interagir com os consumidores para “desmistificar” o sistema alimentar global, para que entendam as visões e preocupações dos consumidores e forneçam informações confiáveis para orientar as escolhas alimentares saudáveis e seguras, bem como criar as condições para um diálogo construtivo e de confiança. Alimentos nocivos e hábitos alimentares não saudáveis, são considerados os principais fatores no ónus global causado por doenças. Nosso comportamento como consumidores pode atenuar ou exacerbar os riscos de dietas insálubres. Consumidores informados estão dispostos a consumir alimentos mais nutritivos, desde que estejam acessíveis e disponíveis, mas houve menos sucesso em convencer os consumidores a evitarem alimentos não saudáveis. Governos, grupos da sociedade civil e membros progressistas da indústria alimentar têm todos interesse em influenciar as escolhas dos consumidores para otimizar a saúde. Os consumidores têm o poder de alavancar essa mudança. Para um número cada vez maior de pessoas as escolhas alimentares são importantes não apenas pela própia saúde, mas também pela saúde das gerações futuras e do planeta, incluindo também o impacto nas mudanças climáticas. Ao transformar esse interesse coletivo em ação, mais consumidores terão o poder e a capacidade de escolher alimentos bons para a saúde e o bem-estar e positivos para o planeta em que vivemos. A revolução das ferramentas de informação dos últimos anos, fizeram com que a Internet e as mídias sociais se tornassem importantes fontes de informação, mas também de desinformação. As ferramentas tradicionais usadas para informar consumidores sobre alimentos e riscos - como os rótulos, folhetos, rádio, programas de TV, seminários - podem ser complementadas com as novas ferramentas de comunicação, que também permitem o diálogo e o engajamento do consumidor, aumentam a transparência e a responsabilidade, além de facilitar o aprendizado e a mudança de comportamento. Como consumidores, ter confiança nas autoridades reguladoras e na gestão dos sistemas alimentares é hoje mais importante do que nunca, levando-se em conta as inovações no horizonte e os desafios de sustentabilidade que se avizinham.

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